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Hospital Santa Paula lança programa de check-up para detecção de câncer de pulmão

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O Hospital Santa Paula, em São Paulo e que faz parte da Dasa, acaba de estabelecer um novo protocolo de rastreamento para a detecção precoce do câncer de pulmão em pacientes de alto risco. Centralizado em um exame de tomografia que utiliza baixas doses de radiação, o procedimento não apenas oferece resultados precisos, mas protege os pacientes de maior risco, como tabagistas, contra os potenciais impactos negativos associados à exposição à radiação.

A tomografia de baixa dose é realizada no mesmo equipamento convencional, porém utilizando um protocolo que envolve menor quantidade de radiação e sem a necessidade do uso de contraste. Helena Alves, radiologista do Hospital Santa Paula, líder na implementação do exame, explica como a novidade impacta positivamente na jornada do paciente: “O programa de rastreamento de câncer de pulmão visa a abordagem integral dos nossos pacientes, e a tomografia de baixa radiação não é apenas uma inovação técnica, mas sim, um ato de cuidado. A menor exposição à terapia é uma medida protetora que prioriza a saúde e bem-estar”, diz a especialista.

Além do próprio exame, o programa de check-up reúne uma equipe multidisciplinar de especialistas, entre eles pneumologistas, cirurgiões, oncologistas e radiologistas. Juntos, desempenham um papel fundamental no diagnóstico e na interpretação minuciosa do resultado. “A colaboração é um elemento vital na luta contra o câncer de pulmão. Este protocolo de check-up eleva o patamar do atendimento preventivo, abrindo portas para um diagnóstico precoce, promovendo uma jornada mais tranquila ao paciente”, comenta Tiago Kenji, líder de oncologia do Hospital Santa Paula.

A contribuição dessa abordagem integrada é resultado da dedicação contínua da Dasa Oncologia em promover desfechos favoráveis e cuidado integral aos pacientes durante todo o processo. “O novo protocolo de check-up do Hospital Santa Paula reforça nosso compromisso de buscar estratégias mais eficientes para alcançar os melhores resultados para o paciente”, finaliza dr. Gustavo Fernandes, diretor da Dasa Oncologia.

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AHA e Health-ISAC alertam hospitais sobre possível ameaça terrorista nos EUA

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Por Susan Morse – Executive Editor
Traduzido e adaptado por [Executivos da Saúde]

A Associação Americana de Hospitais (AHA) e o Health-ISAC (Centro de Compartilhamento e Análise de Informações em Saúde, uma organização sem fins lucrativos) emitiram um alerta conjunto sobre uma possível ameaça terrorista contra hospitais dos Estados Unidos nas próximas semanas.

O alerta foi divulgado após uma publicação feita em 18 de março por um usuário identificado como @AXactual na plataforma X (antigo Twitter), que trazia detalhes sobre o suposto planejamento ativo de um ataque terrorista coordenado e multicitadino contra instituições do setor de saúde norte-americano.

Segundo o boletim, o ataque seria promovido pela ISIS-K, um braço do grupo jihadista Estado Islâmico. A publicação foi compartilhada pela conta da American Kinetix, que afirma ser uma empresa cristã composta por veteranos das Forças Especiais (JSOC), agentes da CIA e ex-combatentes dos EUA.

A American Kinetix relatou que teria recebido informações sobre vigilância pré-ataque em hospitais e, segundo o que foi dito, interceptações em campos de treinamento da ISIS-K no Afeganistão indicariam que o planejamento estaria em fase avançada. O modus operandi envolveria carros-bomba (VBIEDs), seguidos de ataques armados e situações com tomada de reféns.

Ainda segundo o alerta, os principais alvos seriam hospitais localizados em cidades de médio porte, com estrutura de segurança considerada frágil. A estratégia envolveria múltiplos ataques simultâneos em locais onde a presença de segurança seja visivelmente reduzida.

“Indivíduos que consideram cometer atos de violência direcionada frequentemente realizam reconhecimento e vigilância pré-ataque. Uma presença de segurança visível pode desestimular a escolha do local como alvo durante o planejamento”, destaca o boletim conjunto.

Apesar de o boletim enfatizar que não há, até o momento, confirmação sobre a veracidade da ameaça, a AHA e o Health-ISAC decidiram compartilhar a informação por precaução, com o objetivo de alertar o setor da saúde.

“Em geral, grupos terroristas estrangeiros não anunciam seus ataques antecipadamente. Contudo, uma publicação amplamente visualizada como essa pode incentivar indivíduos a realizarem ações maliciosas contra o setor de saúde. Por isso, ameaças dessa natureza devem ser levadas a sério”, afirmaram AHA e Health-ISAC no comunicado.

Recomendações às instituições de saúde:

  • Revisar e reforçar os planos de segurança física, cibernética e de emergência;
  • Manter diálogo com as forças de segurança locais e federais para melhorar a coordenação em caso de incidentes;
  • Incentivar atenção redobrada por parte das equipes de segurança e demais profissionais para quaisquer comportamentos, veículos ou atividades suspeitas nos arredores dos hospitais;
  • Reportar imediatamente qualquer atividade suspeita às autoridades locais.

A AHA e o Health-ISAC afirmaram estar em contato direto com o FBI e que novas informações serão divulgadas assim que estiverem disponíveis.

Fonte: https://www.healthcarefinancenews.com/news/aha-and-health-isac-warn-hospitals-potential-terrorist-attack

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São Paulo antecipa vacinação contra gripe e inicia campanha nesta sexta-feira

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Capital recebeu mais de 265 mil doses e começa imunização pelos grupos prioritários

Por Redação | 27/03/2025

A cidade de São Paulo inicia nesta sexta-feira, 28 de março, a Campanha de Vacinação contra a Influenza 2025, antecipando-se ao calendário nacional, que tem início previsto apenas para o dia 7 de abril. A medida foi anunciada pela Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), e visa proteger a população mais vulnerável à gripe, especialmente em um período de instabilidade climática e circulação de vírus respiratórios.

O município recebeu um primeiro lote com 265.700 doses do imunizante, encaminhadas pelo Ministério da Saúde, e já começa a aplicação em Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e AMAs/UBSs Integradas da rede municipal.

Quem pode se vacinar neste primeiro momento?

A campanha terá início com os grupos prioritários, definidos pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI). Estão incluídos:

  • Idosos com 60 anos ou mais
  • Crianças de 6 meses a menores de 6 anos
  • Gestantes e puérperas (até 45 dias após o parto)
  • Pessoas com doenças crônicas e outras condições clínicas especiais
  • Povos indígenas e comunidades quilombolas
  • Pessoas em situação de rua
  • Trabalhadores da saúde e da educação
  • Profissionais das forças de segurança e salvamento
  • Militares das Forças Armadas
  • Pessoas com deficiência permanente
  • Caminhoneiros e trabalhadores de transporte coletivo
  • Trabalhadores portuários e dos Correios
  • População privada de liberdade e funcionários do sistema prisional

Proteção tripla

A vacina oferecida na campanha protege contra três tipos de vírus da gripe: Influenza A (H1N1), Influenza A (H3N2) e Influenza B. De acordo com a SMS, essa composição é atualizada anualmente de acordo com a circulação dos vírus no Hemisfério Sul, com base em orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Prevenção e conscientização

A Secretaria reforça que a vacinação é a forma mais eficaz de prevenir a gripe e suas complicações, especialmente em pessoas com maior risco de agravamento, como idosos, crianças e portadores de comorbidades.

Além da imunização, a pasta orienta a população a manter hábitos preventivos, como higienização frequente das mãos, etiqueta respiratória (cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar) e evitar contato com pessoas com sintomas gripais.

Onde se vacinar?

As vacinas estarão disponíveis de segunda a sexta-feira nas UBSs e AMAs/UBSs Integradas da capital. A recomendação é que os moradores levem documento com foto e, se possível, a caderneta de vacinação para registro.

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Saúde suplementar: é hora de reconstruir a relação entre operadoras e hospitais

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Por Antônio Britto | 25/03/2025

Os desafios da saúde suplementar continuam se acumulando neste início de 2025. Enquanto o setor aguarda definições importantes, como a nomeação do novo presidente da ANS e o avanço das discussões sobre a reforma dos planos de saúde no Congresso Nacional, a realidade concreta dos hospitais privados expõe uma urgência que não pode ser ignorada: a necessidade de rever a relação entre operadoras de planos de saúde e prestadores de serviços.

Os números divulgados recentemente pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) mostram que as operadoras registraram o melhor resultado financeiro desde 2020. Essa notícia, longe de gerar desconforto, deve ser vista com bons olhos por todo o ecossistema da saúde — especialmente pelos hospitais, que dependem diretamente desses repasses para manter suas operações. Afinal, cerca de 80% das receitas hospitalares vêm das operadoras.

Mas essa realidade precisa ser traduzida em relações mais justas e equilibradas.

Um sistema que só funciona com todos os elos saudáveis

O setor hospitalar privado está no centro da cadeia da saúde suplementar. É dentro dos hospitais que convergem todos os elementos do sistema: fornecedores, profissionais da saúde, operadoras, contratantes e, sobretudo, os pacientes. É ali que a experiência da saúde acontece — com suas dores, expectativas, diagnósticos e tratamentos. Os hospitais não reivindicam maior protagonismo, mas reconhecem a responsabilidade de quem lida com todos esses agentes diariamente.

Por isso, a Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp) defende há anos uma visão sistêmica, que leve em conta os interesses de toda a cadeia: a dificuldade dos contratantes em manter os planos de saúde, as necessidades das operadoras em garantir sustentabilidade financeira, o combate ao desperdício e, acima de tudo, o acolhimento digno e qualificado ao paciente.

O problema é que, mesmo diante da melhora financeira das operadoras, os hospitais seguem enfrentando um cenário injusto e insustentável.

A escalada das glosas: números que preocupam

Segundo levantamento da Anahp divulgado nesta semana, os hospitais associados deixaram de receber mais de R$ 5,8 bilhões em 2024 devido a glosas aplicadas por operadoras. Esse valor corresponde a 15,89% de tudo o que foi faturado no ano. Pior: ao fim das análises e revisões, apenas 1,96% dessas glosas foram consideradas justificáveis.

Ou seja, uma prática que deveria ser pontual e embasada, transformou-se em uma ferramenta sistemática de retenção de recursos. E não apenas isso: para que os pagamentos sejam enfim liberados, muitos hospitais são pressionados a conceder descontos adicionais.

Essa rotina atinge não apenas os grandes hospitais da Anahp, mas também pequenas e médias instituições de saúde, clínicas, laboratórios e centros de diagnóstico. Todos eles, essenciais para o funcionamento da saúde suplementar, acabam comprometendo investimentos, reduzindo capacidade operacional e, em última instância, impactando o atendimento à população.

Um novo pacto é urgente

O setor de saúde suplementar precisa de um reajuste na sua lógica de funcionamento. Precisamos construir relações mais colaborativas, transparentes e sustentáveis entre operadoras e prestadores. Um sistema de saúde forte depende de todos os seus elos saudáveis:

  • Operadoras financeiramente sustentáveis;
  • Hospitais com capacidade de investir e atender bem;
  • Contratantes conscientes dos custos e benefícios;
  • Pacientes acolhidos com segurança e dignidade.

Esse equilíbrio só será possível com diálogo real, políticas mais equilibradas e mecanismos de controle que valorizem a boa-fé, o cuidado e a qualidade assistencial.

A melhora financeira das operadoras é uma excelente notícia — agora é preciso garantir que essa melhora alcance todo o sistema.

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